De onde é que vem esses olhos tão tristes?
Vem da campina onde o sol se deita.
Do regalo de terra que teu dorso ajeita.
E dorme serena, no sereno e sonha.
De onde é que salta essa voz tão risonha?
Da chuva que teima, mas o céu rejeita.
Do mato, do medo, da perda tristonha.
Mas, que o sol resgata, arde e deleita.
Há uma estrada de pedra que passa na fazenda.
É teu destino, é tua senda.
De onde nasce tuas canções.
As tempestades do tempo que marcam tua história
Fogo que queima na memória acende os corações.
Sim, dos teus pés na terra nascem flores.
A tua voz macia aplaca as dores
E espalha cores vivas pelo ar.
Sim, dos teus olhos saem cachoeiras.
Sete lagoas, mel e brincadeiras.
Espumas, ondas, águas do teu mar.
Calma, Donald
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Calma Donald. Pega leve com Leão. Fica calmo. Não precisa se alterar. Você
não é o dono da razão. Pega leve, Donald. Vai devagar. Leão mora no nosso
coraçã...
Há 2 semanas


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